Embora a decisão possa ser individualizada, de acordo com a análise clínica do médico assistente, a ADA (American Diabetes Association) recomenda que a aterosclerose coronariana seja investigada nos seguintes pacientes portadores de DM2 assintomáticos:
- Diabéticos com evidências de outras lesões vasculares aterosclerósticas (exemplo: derrame ccerbral prévio ou documentação de uma placa de gordura nas artérias carótidas do pescoço, através de um exame de ecodoppler);
- Doença renal;
- Eletrocardiograma de repouso alterado;
- Presença de outras complicações diabéticas, incluindo a retinopatia e neuropatia diabéticas;
- Homens, mulheres menopausadas e idosos;
- Presença de outros fatores de risco cardiovascular associados, como hipertensão arterial, tabagismo, anormalidades do colesterol e histórico familiar.
Embora seja considerada uma forma simples e barata de investigação de aterosclerose coronariana em pessoas com DM2, o teste ergométrico ou teste de esforço, muitas vezes, não detecta lesões de um único vaso coronariano. Isso mostra que o teste pode não ser um indicador sensível de doença coronariana, principalmente se o paciente for incapaz de atingir a frequência cardíaca máxima prevista durante o exame.
Outro método indicado para a triagem de doença coronariana, é o escore de calcificação arterial coronária por tomografia computadorizada (escore de cálcio).Infelizmente, este método pode não necessariamente se correlacionar com o grau de estreitamento das artérias coronárias.
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