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A gravidade do primeiro infarto do miocárdio (ataque cardíaco) entre os pacientes americanos tem diminuído no período de 1987 até 2002. Esta é a constatação dos pesquisadores do St. Lukes Roosevelt Hospital de Columbia (Estados Unidos).
Os autores do estudo acreditam que a melhoria nas estratégias de prevenção, como o uso da aspirina e das vastatinas (medicamentos redutores de colesterol), além do atendimento mais efetivo na fase aguda da doença, são os grandes responsáveis por este achado.
O estudo ARIC (Atherosclerosis Risk in Communities) avaliou 10.285 pacientes com idades de 35 a 74 anos, provenientes de quatro comunidades americanas, e que tiveram um primeiro infarto do miocárdio entre janeiro de 1987 e dezembro de 2002.
Os pesquisadores observaram que o percentual dos infartos mais graves, com grandes alterações do eletrocardiograma, diminuiu em cerca de 1,9% ao ano. A elevação das enzimas cardíacas, liberadas a partir da morte das células do músculo do coração, cuja taxa de aumento correlaciona-se com a extensão e a gravidade do infarto do miocárdio, também declinou.
Os autores do estudo ARIC concluem que a gravidade dos casos de um primeiro infarto do miocárdio entre americanos tem diminuído nestes últimos anos, sugerindo que as medidas de prevenção primária e os cuidados imediatos com esta doença tenham melhorado.
Fonte: Circulation(2009).
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