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1- O risco de morte no período de internação hospitalar gira em torno de 3%, sendo a maioria devido à insuficiência cardíaca aguda ( coração fraco ). 2- A sobrevida em 5 anos é de 88% e em 10 anos , cerca de 75%. 3- A utilização da artéria mamária interna esquerda favorece a sobrevida no médio e longo prazos (após 5 anos). 4- Cerca de 25% das mortes após revascularização cirúrgica do miocárdio ( cirurgia de ponte de safena ) não estão relacionadas a doença coronariana ou mesmo à própria cirurgia, acontecendo por outras causas. 5- Cerca de 60% dos pacientes revascularizados estão livres de sintomas após 10 anos, a e recorrência de sintomas tardiamente após a cirurgia de revascularização deve-se à oclusão do enxerto ( ponte ) ou ao aumento da doença aterosclerótica ( placas de gordura ) em outros pontos das artérias coronárias. 6- Cerca de 2 a 5% dos pacientes têm infarto do miocárdio peri-operatório ( durante ou após a cirurgia ). 7- Cerca de 95% dos pacientes estão livres do infarto do miocárdio após 5 anos de revascularizados. 8- A sobrevida é afetada de forma adversa, se ocorrem infarto do miocárdio após a revascularização cirúrgica do miocárdio. 9- Quase 75% dos pacientes apresentam algum grau de déficit neurológico sutil no período peri-operatório. 10- Com a revascularização completa ( colocação de pontes em todos os locais com obtsruções ) , aumenta a tolerância ao exercício. 11- Cerca de 10% dos enxertos ( pontes ) obstruem nas primeiras semanas, se não se iniciar precocemente a terapia antiplaquetária ( aspirina ou ácido acetilsalicílico ). 12- A maioria dos enxertos ( pontes ) evidencia alterações ateroscleróticas ( placas de gordura ) , após 10 anos de cirurgia. www.portaldocoracao.com.br
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